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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Teorias da treta about love *1

Desde já apresentamo-vos uma nova (chamemos) rubrica...vá! 
Este "espacinho" é inteiramente dedicado a opiniões, desabafos, ideias, histórias....num geral teorias, sobre esta coisa do amor. 

Para começar tomei a liberdade de apresentar uma opinião minha, no entanto quem quiser dar a sua, ou até mesmo contar uma história engraçada (sobre esta coisa do amor) faça favor de o dizer.

Já alguma vez repararam como esta coisa do amor é tão repentina, tão estranha, e ligeiramente sinistra?! Apanha-nos de uma forma inexplicável. Entra na nossa vida sem avisar, sem deixar uma nota de aviso prévio, é mal-educado porque simplesmente entra sem bater à porta. “E depois?” Perguntamos sempre! Depois mexe connosco até à exaustão. Cega-nos por completo e faz-nos perder, de todo, a cabeça. Faz com que consigamos acreditar que o impossível é possível, e que há sempre algo para além daquilo que desejamos, que há sempre mais para lá do “arco-íris” que alcançámos. Chantageia-nos a mente e leva-nos para aquele lugar onde o Universo pára, para aquele lugar onde estamos sós, sós em dupla mas como se fossemos um. 

Mas é teimoso, e muito persistente! O mal chega sempre quando acaba, quando menos esperamos e o chão maravilhoso por onde caminhamos durante todo aquele tempo (que parece infinito) parte-se e divide os caminhos. É nessa altura em que passamos a caminhar sós, que percorremos o nosso caminho sem partilhar.  

Faz-nos desacreditar em tudo, que nada vale a pena….Tira-nos a confiança, e aumenta a selectividade, "tira-nos o mundo…".

"E depois?" Perguntamos sempre! 

Depois volta tudo de novo, quando menos esperamos!

Quando pensamos que finalmente estabilizámos, tudo muda e ele encontra-nos de novo…sim ele, o amor. Ele está sempre lá, é cíclico, e aparece sempre sem bater à porta.  É inevitável, e por mais que queiramos, nunca o conseguimos recusar. Baseio-me nesta teoria, porque acredito que nós não temos “o” grande amor, mas sim “o” tal. 

E a grande diferença entre “o” grande amor e “o” tal, é que ao contrário do primeiro, o segundo (o tal) é aquele que queremos sempre, enquanto o primeiro (o grande) simplesmente fica como uma marca, uma lembrança, mesmo quando não queremos que fique.


Por mais cépticos que sejamos em relação ao amor, e a toda a sua equipa adjunta, nunca podemos fugir nem negar aquilo que é considerado o maior sentimento do ser humano.....Sejamos nós um iceberg, ou até mesmo o maior Shakespeare. A.S.



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