Teorias da treta about love *1
Desde já apresentamo-vos uma nova (chamemos) rubrica...vá!
Este "espacinho" é inteiramente dedicado a opiniões, desabafos, ideias, histórias....num geral teorias, sobre esta coisa do amor.
Para começar tomei a liberdade de apresentar uma opinião minha, no entanto quem quiser dar a sua, ou até mesmo contar uma história engraçada (sobre esta coisa do amor) faça favor de o dizer.
Para começar tomei a liberdade de apresentar uma opinião minha, no entanto quem quiser dar a sua, ou até mesmo contar uma história engraçada (sobre esta coisa do amor) faça favor de o dizer.
Já alguma vez
repararam como esta coisa do amor é tão repentina, tão estranha, e ligeiramente
sinistra?! Apanha-nos de uma forma inexplicável. Entra na nossa vida sem avisar, sem
deixar uma nota de aviso prévio, é mal-educado porque simplesmente entra sem
bater à porta. “E depois?” Perguntamos sempre! Depois mexe connosco até à
exaustão. Cega-nos por completo e faz-nos perder, de todo, a cabeça. Faz com
que consigamos acreditar que o impossível é possível, e que há sempre algo para
além daquilo que desejamos, que há sempre mais para lá do “arco-íris” que alcançámos. Chantageia-nos a mente e leva-nos para aquele lugar onde o Universo pára, para
aquele lugar onde estamos sós, sós em dupla mas como se fossemos um.
Mas é teimoso, e muito persistente! O mal chega sempre quando acaba, quando
menos esperamos e o chão maravilhoso por onde caminhamos durante todo aquele
tempo (que parece infinito) parte-se e divide os caminhos. É nessa altura em
que passamos a caminhar sós, que percorremos o nosso caminho sem
partilhar.
Faz-nos desacreditar em tudo, que nada vale a pena….Tira-nos a confiança, e aumenta
a selectividade, "tira-nos o mundo…".
"E depois?" Perguntamos sempre!
Depois volta tudo de novo, quando menos esperamos!
Quando pensamos que finalmente estabilizámos, tudo muda e ele encontra-nos de novo…sim ele, o amor.
Ele está sempre lá, é cíclico, e aparece sempre sem bater à porta. É inevitável, e por mais que queiramos, nunca o
conseguimos recusar. Baseio-me nesta teoria, porque acredito que nós não temos
“o” grande amor, mas sim “o” tal.
E a grande diferença entre “o” grande amor e “o” tal, é que ao contrário do
primeiro, o segundo (o tal) é aquele que queremos sempre, enquanto o primeiro (o grande) simplesmente fica como uma marca, uma lembrança, mesmo quando não queremos que
fique.
Por mais cépticos que sejamos em relação ao amor, e a toda a sua equipa adjunta,
nunca podemos fugir nem negar aquilo que é considerado o maior sentimento do
ser humano.....Sejamos nós um iceberg, ou até mesmo o maior
Shakespeare. A.S.

O amor já alguém dizia "é um lugar estranho" :)
ResponderEliminarSem duvida alguma ;)
ResponderEliminarConcordo completamente.... gostei muito desta teoria !
ResponderEliminar;)